
"(...) Uma esquizofrenia teológica, eu sei, quando fica tudo confuso assim, meu descanso é recolher-me como um tatu-bola e repetir até passar a crise, Senhor, tem piedade de mim. Até em sonhos repito, Senhor, tem piedade de mim, é perfeito. Sensação de confinamento outra vez, minha pele, minha casa, paredes, muro, tudo me poda, me cerca de arame farpado."
[Adélia Prado]
Adélia tão maravilhosa sua poesia.
ResponderExcluirboa escolha.
Tenho uns amigos e parceiros de blog que dizem que quando era mais nova escrevia parecida com a Adélia. Vejo que é verdade, aqui fica o link de um texto que disseram que parece muito: http://identidadepeculiar.blogspot.com/2009/03/casa-sem-mulheres.html
ResponderExcluirBeijos.
Adélia, magnífica!
ResponderExcluirBeijos meus
Queria escrever com esta arte! Nossa, que perfeito!!!
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